Formação jurídica em direitos da mulher para a sua organização
Palestras, workshops, programas de formação e consultorias especializadas — conduzidos por uma Pós-Doutora e referência nacional na área.
Palestras, workshops, programas de formação e consultorias especializadas — conduzidos por uma Pós-Doutora e referência nacional na área.
Empresas que investem em educação jurídica feminina constroem ambientes mais seguros, reduzem passivos trabalhistas e demonstram compromisso real com equidade.
A Lei Maria da Penha, a Lei do Feminicídio e a Lei 14.457/22 (Emprega + Mulheres) impõem responsabilidades diretas às empresas. Desconhecê-las gera risco jurídico real.
Equidade de gênero é critério crescente em auditorias ESG, certificações e grandes contratos. Ter formação documentada fortalece indicadores e relatórios de diversidade.
Colaboradoras que conhecem seus direitos e trabalham em ambientes que os respeitam têm maior engajamento, menor absenteísmo e mais confiança na liderança.
Do evento de sensibilização ao programa de formação completo — escolha o formato ideal para a sua organização.
Sensibilização sobre direitos da mulher no trabalho e na vida. Ideal para o Mês da Mulher, semanas de D&I e eventos corporativos.
Formação prática sobre Lei Maria da Penha, assédio, licença-maternidade e direitos trabalhistas da mulher. Para RH e gestores.
Módulos online + encontros ao vivo + certificação. Para líderes e equipes de RH que precisam estruturar políticas de equidade com base legal sólida.
Orientação contínua ao RH: revisão de políticas internas, adequação à Lei 14.457/22, suporte em casos de assédio e elaboração de protocolos internos.
Pós-Doutora em Direito e referência nacional em educação jurídica feminina — com formação acadêmica rigorosa e atuação prática consolidada.
Obras publicadas
Organizações de diferentes portes e setores que desejam construir ambientes mais seguros para as mulheres.
Programas de equidade, Mês da Mulher, políticas de proteção e adequação à legislação.
Formação de líderes, canais de denúncia, protocolos de assédio e políticas de maternidade.
Capacitação de servidores e elaboração de políticas públicas de proteção à mulher.
Ambientes com alta presença feminina e obrigações legais específicas de proteção.
Cada organização tem uma realidade diferente. Nossa primeira conversa é para entender o contexto — sem compromisso.
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