Como reconhecer a violência psicológica, o controle e a manipulação antes que virem agressão física — e o que a lei oferece para você.
Dê nome ao que você vive e saiba, com a lei aberta sobre a mesa, o que pode fazer.
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Para quem é
Um trecho
“Este livro foi escrito para a mulher que, em algum momento, pensou: “mas ele nunca me bateu”. Foi escrito para quem vive com uma sensação difícil de explicar, um cansaço que não passa com o sono, uma vontade de pisar devagar dentro da própria casa.”
— Dra. Priscilla Machado, em Descobri que não era amor
Epígrafe do livro: “O amor pode pedir muitas coisas. Nunca pede que você desapareça.”
O que você vai encontrar
Título I
Antes de pensar em lei, é preciso enxergar. Este Título descreve, com situações concretas, as formas que a violência psicológica costuma assumir dentro de um relacionamento: o encantamento acelerado, o ciúme que vira vigilância, a manipulação da memória, o isolamento e a humilhação disfarçada de brincadeira.
Título II
A violência psicológica não é um episódio isolado. Ela se repete em um padrão, alterna momentos de tensão com momentos de reconciliação e, em muitos casos, se agrava com o tempo. Este Título explica esse movimento e ajuda a reconhecer os sinais de risco.
Título III
Agora que a violência tem nome, é hora de abrir a lei. Neste Título, os dispositivos aparecem com o texto literal, e logo depois vem a explicação do que cada um significa na prática. Você não precisa estudar Direito para entender o que está protegido. Precisa apenas saber que essas garantias existem e são suas.
Título IV
Conhecer a lei é importante, mas a mulher em situação de violência precisa, acima de tudo, de um caminho seguro para usá-la. Este último Título trata de provas, de lugares onde pedir ajuda e da reconstrução da vida depois que você descobre que não era amor.
Título I — O que eu chamava de amor
Título II — O ciclo e a escalada
Título III — O que a lei diz
Título IV — O caminho de volta
Como o livro foi escrito
Cada dispositivo aparece como está na lei e, logo depois, a explicação do que ele significa na sua vida.
Histórias compostas a partir de muitas mulheres, para você se reconhecer sem ser exposta.
Um capítulo inteiro sobre como reunir provas com segurança.
Os canais e serviços que existem para você, reunidos em um só lugar.
Quem escreveu

Pós-Doutora em Direito, Doutora em Ciências Jurídicas, Mestra e Bacharel em Direito. Professora, pesquisadora, autora e educadora jurídica, é criadora da Leis para Mulher e autora de mais de dez obras jurídicas.
Escreve para a mulher que precisa entender a lei sem ter estudado Direito: com a norma aberta, explicada em linguagem clara, e com o próximo passo à vista.
Conheça a trajetória da autora →
E-book digital · 18 capítulos · Dra. Priscilla Machado
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Perguntas frequentes
É um e-book digital, feito para ler no celular, no tablet ou no computador. Ele tem sumário navegável, ajuste do tamanho da letra e troca do tema de leitura, para você ler com conforto.
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Não. O livro foi escrito para a leitora comum. Os termos jurídicos são explicados na hora em que aparecem, e a lei é apresentada em destaque, seguida do que ela significa na prática.
O livro é uma edição de 2026 e trabalha com a Lei Maria da Penha e com o art. 147-B do Código Penal, que em 2021 passou a prever o crime de violência psicológica contra a mulher.
O próprio livro traz esse cuidado logo no início: se alguém controla o seu celular, computador ou e-mail, guarde o arquivo em um lugar que só você acessa ou peça a uma pessoa de confiança que guarde para você, e apague o histórico de navegação se for preciso. Em perigo, ligue 190. Para orientação, 180.
Não. É uma obra de educação jurídica: ensina o que a lei diz e como o sistema funciona, para você entender, perguntar melhor e não ser enganada. A análise do seu caso concreto deve ser feita pela Defensoria Pública ou por profissional de sua confiança.
Coleção Leis para Mulher
Conteúdo de educação jurídica. Em situação de violência, ligue 190 (emergência) ou 180 (Central de Atendimento à Mulher).