Independência financeira como proteção — o que a lei garante sobre dinheiro, bens e autonomia da mulher.
Descubra o que é seu, no banco, nos bens e na lei, antes de precisar provar.
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Para quem é
Um trecho
“Independência financeira não é luxo, nem meta de produtividade, nem assunto de revista. Independência financeira é proteção. É ela que permite a uma mulher sair de uma relação que a machuca, recusar um trabalho que a humilha, cuidar de um filho sem depender da boa vontade de ninguém, envelhecer sem medo.”
— Dra. Priscilla Machado, em Dinheiro no nome dela
Epígrafe do livro: “Não existe liberdade para quem precisa pedir licença para comprar o próprio pão.”
O que você vai encontrar
Título I
Antes de falar de contas, bens e processos, é preciso dar nome ao que acontece. A dependência econômica e a violência patrimonial raramente se anunciam; elas se instalam aos poucos, disfarçadas de cuidado, de organização, de “é melhor assim”. Este Título ensina a reconhecê-las.
Título II
A independência começa pelo básico que quase ninguém ensina: ter uma conta que só você movimenta, receber o que é seu, saber o que existe no seu CPF e proteger o seu nome de dívidas que não são suas. Este Título trata dessas quatro fundações.
Título III
O nome no documento nem sempre diz quem é dono. Casamento, união estável, regime de bens e herança formam as regras que definem o que pertence a cada um e o que pertence aos dois. Conhecer essas regras antes de precisar delas é uma das formas mais poderosas de proteção.
Título IV
O fim de uma relação é o momento em que o dinheiro mais pesa e em que a mulher mais precisa de proteção rápida. Este Título apresenta as medidas que a Justiça pode tomar em caráter de urgência, as regras da partilha e da pensão, e também, com franqueza, os pontos em que a lei ainda falha.
Título V
Conhecer a lei é metade do caminho. A outra metade é transformar esse conhecimento em passos concretos: preparar uma saída segura quando ela é necessária, e construir, ao longo da vida, uma independência que não dependa de crise para existir.
Título I — Dependência não é destino
Título II — Conta própria, nome próprio
Título III — O que é dela nos bens
Título IV — Quando a relação termina, ou precisa terminar
Título V — Construir autonomia
Como o livro foi escrito
Com as palavras exatas, para você mostrar ao gerente do banco, à delegacia ou à Defensoria Pública.
Um capítulo franco sobre os pontos em que a lei ainda falha, para você decidir melhor.
Leia na ordem ou vá direto à dúvida de hoje: cada capítulo faz sentido sozinho.
Passos concretos para preparar a saída quando ela é necessária.
Quem escreveu

Pós-Doutora em Direito, Doutora em Ciências Jurídicas, Mestra e Bacharel em Direito. Professora, pesquisadora, autora e educadora jurídica, é criadora da Leis para Mulher e autora de mais de dez obras jurídicas.
Escreve para a mulher que precisa entender a lei sem ter estudado Direito: com a norma aberta, explicada em linguagem clara, e com o próximo passo à vista.
Conheça a trajetória da autora →
E-book digital · 17 capítulos · Dra. Priscilla Machado
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Perguntas frequentes
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Não. O livro foi escrito para a leitora comum. Os termos jurídicos são explicados na hora em que aparecem, e a lei é apresentada em destaque, seguida do que ela significa na prática.
Legislação e jurisprudência consideradas até setembro de 2026.
Não. É uma obra de educação jurídica: ensina o que a lei diz e como o sistema funciona, para você entender, perguntar melhor e não ser enganada. A análise do seu caso concreto deve ser feita pela Defensoria Pública ou por profissional de sua confiança.
Coleção Leis para Mulher
Conteúdo de educação jurídica. Em situação de violência, ligue 190 (emergência) ou 180 (Central de Atendimento à Mulher).